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Safra da tainha termina nesta semana em Balneário Camboriú com queda na captura em relação a 2024

Por Vinicius Alves
Safra da tainha termina nesta quinta com queda na captura em relação a 2024
Foto: Divulgação - PMBC

A temporada da pesca artesanal da tainha em Balneário Camboriú chega ao fim nesta quinta-feira (31) com resultados bem abaixo dos registrados no ano passado. Iniciada em 1º de maio, a safra teve volume reduzido de capturas, impactado principalmente pelas condições climáticas.

Segundo levantamento da Secretaria do Meio Ambiente junto aos ranchos de pesca do município, cerca de 15 mil tainhas foram capturadas nesta safra. O número representa uma queda de 80% em relação a 2024, quando o total chegou a 75 mil.

O coordenador de Pesca e Economia da Secretaria, Laercio Demetrio, apontou a ausência do vento sul como fator determinante para a redução:

“Este ano não bateu o vento sul como o esperado. O vento sul traz essas tainhas do Rio Grande do Sul em direção ao norte de Santa Catarina. Não houve essas condições climáticas favoráveis para que tirasse o peixe da Lagoa dos Patos e colocasse ele a navegar costeando as praias. O peixe saiu para fora, distante das praias”, explicou.

Em Balneário Camboriú, a pesca artesanal da tainha ocorre em nove pontos distribuídos entre a Praia Central e as praias agrestes.

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Safra da tainha termina nesta semana em Balneário Camboriú com queda na captura em relação a 2024

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Safra da tainha termina nesta quinta com queda na captura em relação a 2024

A temporada da pesca artesanal da tainha em Balneário Camboriú chega ao fim nesta quinta-feira (31) com resultados bem abaixo dos registrados no ano passado. Iniciada em 1º de maio, a safra teve volume reduzido de capturas, impactado principalmente pelas condições climáticas.

Segundo levantamento da Secretaria do Meio Ambiente junto aos ranchos de pesca do município, cerca de 15 mil tainhas foram capturadas nesta safra. O número representa uma queda de 80% em relação a 2024, quando o total chegou a 75 mil.

O coordenador de Pesca e Economia da Secretaria, Laercio Demetrio, apontou a ausência do vento sul como fator determinante para a redução:

“Este ano não bateu o vento sul como o esperado. O vento sul traz essas tainhas do Rio Grande do Sul em direção ao norte de Santa Catarina. Não houve essas condições climáticas favoráveis para que tirasse o peixe da Lagoa dos Patos e colocasse ele a navegar costeando as praias. O peixe saiu para fora, distante das praias”, explicou.

Em Balneário Camboriú, a pesca artesanal da tainha ocorre em nove pontos distribuídos entre a Praia Central e as praias agrestes.

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