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Etanol lidera aumento de preços nos postos de Itajaí

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Os preços dos combustíveis em Itajaí registraram aumento no mês de janeiro, segundo pesquisa realizada pelo Procon em 46 postos da cidade. O levantamento, feito no dia 19, comparou os valores com os de dezembro de 2025 e apontou alta em quase todas as modalidades.

O etanol foi novamente o combustível com maior reajuste, liderando a alta pelo segundo mês consecutivo. Apesar disso, continua competitivo: o preço médio equivale a cerca de 74,8% do valor da gasolina comum, o que pode representar vantagem dependendo do consumo de cada veículo.

A única exceção foi o Gás Natural Veicular (GNV), que apresentou redução no preço médio. Já gasolina, diesel e etanol tiveram aumento.

O Procon também destacou a variação de preços entre os postos, especialmente conforme a forma de pagamento. A diferenciação é permitida por lei, desde que informada de forma clara e visível ao consumidor, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Desde 2002, os combustíveis no Brasil não têm preços tabelados pelo governo e seguem a política de liberdade de mercado. Nesse cenário, as pesquisas realizadas pelo Procon ganham importância: além de orientar os motoristas sobre os valores praticados, elas servem como ferramenta de fiscalização, ajudando a identificar aumentos fora do padrão, práticas abusivas e possíveis violações da legislação consumerista.

A coleta foi feita diretamente nas bombas, considerando valores pagos em dinheiro, débito e crédito, refletindo a realidade do mercado local no período analisado.

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Os preços dos combustíveis em Itajaí registraram aumento no mês de janeiro, segundo pesquisa realizada pelo Procon em 46 postos da cidade. O levantamento, feito no dia 19, comparou os valores com os de dezembro de 2025 e apontou alta em quase todas as modalidades.

O etanol foi novamente o combustível com maior reajuste, liderando a alta pelo segundo mês consecutivo. Apesar disso, continua competitivo: o preço médio equivale a cerca de 74,8% do valor da gasolina comum, o que pode representar vantagem dependendo do consumo de cada veículo.

A única exceção foi o Gás Natural Veicular (GNV), que apresentou redução no preço médio. Já gasolina, diesel e etanol tiveram aumento.

O Procon também destacou a variação de preços entre os postos, especialmente conforme a forma de pagamento. A diferenciação é permitida por lei, desde que informada de forma clara e visível ao consumidor, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Desde 2002, os combustíveis no Brasil não têm preços tabelados pelo governo e seguem a política de liberdade de mercado. Nesse cenário, as pesquisas realizadas pelo Procon ganham importância: além de orientar os motoristas sobre os valores praticados, elas servem como ferramenta de fiscalização, ajudando a identificar aumentos fora do padrão, práticas abusivas e possíveis violações da legislação consumerista.

A coleta foi feita diretamente nas bombas, considerando valores pagos em dinheiro, débito e crédito, refletindo a realidade do mercado local no período analisado.

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