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IR 2026: regras antigas ainda valem e exigem atenção, destaca especialista

Por Redação JpNews
(Créditos: Divulgação/Freepik)
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A nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais tem gerado dúvidas entre os brasileiros, mas não se aplica integralmente à declaração entregue em 2026. O alerta é do contador Leandro Santos, sócio da Codar Contabilidade, em entrevista à Jovem Pan News Litoral.

Segundo ele, a mudança vale apenas para a retenção na fonte ao longo de 2026, enquanto a declaração atual considera os rendimentos de 2025, ainda sob a regra anterior. “Essa nova regra da isenção dos cinco mil reais por mês vale a partir de 2026 nas folhas de pagamento. A declaração de imposto de renda anual, que é agora, é referente aos rendimentos de 2025”, explicou.

Na prática, permanecem obrigados a declarar os contribuintes que ultrapassaram R$ 35.584 em rendimentos tributáveis no ano passado. O especialista reforça que a interpretação equivocada da nova faixa pode levar ao erro. “Não caia na pegadinha do governo federal. Você vai continuar fazendo a sua declaração de imposto de renda se ganhou mais de trinta e cinco mil reais no ano”, afirmou.

Outro ponto central é o avanço tecnológico da Receita Federal, que amplia o controle sobre as informações prestadas. Com a declaração pré-preenchida ganhando espaço, o contribuinte precisa redobrar a atenção na conferência dos dados. Leandro resume: “O maior cuidado é justamente isso: é o que a Receita Federal já sabe.”

A obrigatoriedade de entrega da declaração também não se limita à renda. Casos como operações na bolsa acima de R$ 40 mil, patrimônio superior a R$ 800 mil ou rendimentos isentos elevados, como heranças e doações, exigem o envio do documento, mesmo sem imposto a pagar.

Entre os erros mais comuns, o contador destaca a omissão de informações e inconsistências patrimoniais. Ele exemplifica situações em que a renda declarada não condiz com o padrão de vida: “O cara ganha R$ 5 mil por mês e mora numa casa de um milhão. O balanço não fecha.” Também chama atenção para rendimentos de aluguel não informados, frequentemente identificados pelo cruzamento de dados.

A entrevista completa com Leandro Santos está disponível no YouTube da Jovem Pan News Litoral.

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A nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais tem gerado dúvidas entre os brasileiros, mas não se aplica integralmente à declaração entregue em 2026. O alerta é do contador Leandro Santos, sócio da Codar Contabilidade, em entrevista à Jovem Pan News Litoral.

Segundo ele, a mudança vale apenas para a retenção na fonte ao longo de 2026, enquanto a declaração atual considera os rendimentos de 2025, ainda sob a regra anterior. “Essa nova regra da isenção dos cinco mil reais por mês vale a partir de 2026 nas folhas de pagamento. A declaração de imposto de renda anual, que é agora, é referente aos rendimentos de 2025”, explicou.

Na prática, permanecem obrigados a declarar os contribuintes que ultrapassaram R$ 35.584 em rendimentos tributáveis no ano passado. O especialista reforça que a interpretação equivocada da nova faixa pode levar ao erro. “Não caia na pegadinha do governo federal. Você vai continuar fazendo a sua declaração de imposto de renda se ganhou mais de trinta e cinco mil reais no ano”, afirmou.

Outro ponto central é o avanço tecnológico da Receita Federal, que amplia o controle sobre as informações prestadas. Com a declaração pré-preenchida ganhando espaço, o contribuinte precisa redobrar a atenção na conferência dos dados. Leandro resume: “O maior cuidado é justamente isso: é o que a Receita Federal já sabe.”

A obrigatoriedade de entrega da declaração também não se limita à renda. Casos como operações na bolsa acima de R$ 40 mil, patrimônio superior a R$ 800 mil ou rendimentos isentos elevados, como heranças e doações, exigem o envio do documento, mesmo sem imposto a pagar.

Entre os erros mais comuns, o contador destaca a omissão de informações e inconsistências patrimoniais. Ele exemplifica situações em que a renda declarada não condiz com o padrão de vida: “O cara ganha R$ 5 mil por mês e mora numa casa de um milhão. O balanço não fecha.” Também chama atenção para rendimentos de aluguel não informados, frequentemente identificados pelo cruzamento de dados.

A entrevista completa com Leandro Santos está disponível no YouTube da Jovem Pan News Litoral.

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