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Suspeita de homicídio em Itajaí pode levar até 30 anos de prisão

Por JpNews

O homicídio de um personal trainer, registrado no início da noite desta terça-feira (18), chocou moradores do Centro de Itajaí. Guilherme Montani, de 32 anos, foi alvejado com pelo menos sete disparos de arma de fogo em frente à academia onde trabalhava, em frente a Praça dos Correios. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A pena para este tipo de crime pode passar os 30 anos.

Segundo informações preliminares, Guilherme era personal trainer e bastante conhecido na região. O crime ocorreu em via pública e gerou correria entre as pessoas que estavam próximas. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. A motivação e autoria do crime ainda não foram confirmadas, e até o momento, nenhum suspeito foi oficialmente identificado. Imagens de câmeras de segurança devem auxiliar na apuração dos fatos.

Pena pode chegar a 30 anos

Em entrevista ao grupo Marazul Mídia/Jovem Pan News Litoral, e advogado criminalista Jorge Toffolo analisou o caso. “Havendo indicios e caso seja condenada, na pior das hipoteses por homicidio duplamente qualificado, a pena que a pessoa vai estar sujeita é de 12 a 30 anos”, destaca.

A Polícia Civil ainda apura os detalhes do caso. A reportagem segue acompanhando as investigações e permanece aberta a manifestações oficiais das autoridades responsáveis.

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Suspeita de homicídio em Itajaí pode levar até 30 anos de prisão

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O homicídio de um personal trainer, registrado no início da noite desta terça-feira (18), chocou moradores do Centro de Itajaí. Guilherme Montani, de 32 anos, foi alvejado com pelo menos sete disparos de arma de fogo em frente à academia onde trabalhava, em frente a Praça dos Correios. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A pena para este tipo de crime pode passar os 30 anos.

Segundo informações preliminares, Guilherme era personal trainer e bastante conhecido na região. O crime ocorreu em via pública e gerou correria entre as pessoas que estavam próximas. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. A motivação e autoria do crime ainda não foram confirmadas, e até o momento, nenhum suspeito foi oficialmente identificado. Imagens de câmeras de segurança devem auxiliar na apuração dos fatos.

Pena pode chegar a 30 anos

Em entrevista ao grupo Marazul Mídia/Jovem Pan News Litoral, e advogado criminalista Jorge Toffolo analisou o caso. “Havendo indicios e caso seja condenada, na pior das hipoteses por homicidio duplamente qualificado, a pena que a pessoa vai estar sujeita é de 12 a 30 anos”, destaca.

A Polícia Civil ainda apura os detalhes do caso. A reportagem segue acompanhando as investigações e permanece aberta a manifestações oficiais das autoridades responsáveis.

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