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Metade dos atendimentos do SUS não são realizados em Itajaí

Abstenção ocorre por parte dos próprios pacientes, que não comparecem nos agendamentos.
Publicado em 13/11/2025 17h55 | Atualizado há 82 dias

Mais da metade dos exames e consultas agendados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Itajaí não são realizados. O motivo é alarmante: a abstenção dos próprios pacientes, que não comparecem aos atendimentos marcados.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, cerca de 35 mil procedimentos são agendados por mês na rede pública do município. No entanto, aproximadamente 17.500 desses atendimentos não acontecem devido às faltas, gerando um impacto direto na logística da saúde pública local.

“Essa questão tem prejudicado muito o andamento da fila. Por isso pedimos a população para caso tenha agendado e não tenha mais interesse ou necessidade em faze-lo, avise a Unidade Básica de Saúde (UBS) para que a sua vaga seja passada para alguém que está aguardando na fila”, afirma a secretária de Saúde do Município, Mylene Lavado.

Embora as clínicas credenciadas ao SUS não cobrem pelas ausências, a situação provoca desgaste entre os profissionais de saúde, que lidam com agendas sobrecarregadas e replanejamentos constantes.

Atualmente, a cidade investe cerca de R$ 1,5 milhão por mês para custear os atendimentos realizados. No entanto, o alto índice de faltas compromete a eficiência do sistema e dificulta o planejamento de ações e recursos na área da saúde.

A Secretaria de Saúde reforça a importância do comparecimento e da responsabilidade dos pacientes com os agendamentos, e estuda alternativas para conscientizar a população sobre os prejuízos causados pelas ausências não justificadas.

Metade dos atendimentos do SUS não são realizados em Itajaí

Abstenção ocorre por parte dos próprios pacientes, que não comparecem nos agendamentos.
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Mais da metade dos exames e consultas agendados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Itajaí não são realizados. O motivo é alarmante: a abstenção dos próprios pacientes, que não comparecem aos atendimentos marcados.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, cerca de 35 mil procedimentos são agendados por mês na rede pública do município. No entanto, aproximadamente 17.500 desses atendimentos não acontecem devido às faltas, gerando um impacto direto na logística da saúde pública local.

“Essa questão tem prejudicado muito o andamento da fila. Por isso pedimos a população para caso tenha agendado e não tenha mais interesse ou necessidade em faze-lo, avise a Unidade Básica de Saúde (UBS) para que a sua vaga seja passada para alguém que está aguardando na fila”, afirma a secretária de Saúde do Município, Mylene Lavado.

Embora as clínicas credenciadas ao SUS não cobrem pelas ausências, a situação provoca desgaste entre os profissionais de saúde, que lidam com agendas sobrecarregadas e replanejamentos constantes.

Atualmente, a cidade investe cerca de R$ 1,5 milhão por mês para custear os atendimentos realizados. No entanto, o alto índice de faltas compromete a eficiência do sistema e dificulta o planejamento de ações e recursos na área da saúde.

A Secretaria de Saúde reforça a importância do comparecimento e da responsabilidade dos pacientes com os agendamentos, e estuda alternativas para conscientizar a população sobre os prejuízos causados pelas ausências não justificadas.