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SC usa DNA para verificar se peixe vendido é o mesmo do rótulo

Tecnologia analisa produtos comercializados e reforça a fiscalização
Por Jeane Carla

Santa Catarina começou a utilizar uma nova tecnologia para identificar se o pescado vendido corresponde realmente ao que está informado no rótulo. A medida, aplicada pelo governo do estado especialmente neste período de maior consumo, como a Semana Santa, já apresentou os primeiros resultados: todas as amostras analisadas até agora estão dentro das normas, sem indícios de irregularidades.

Ao todo, foram coletadas 21 amostras em diferentes cidades catarinenses. Em todas elas, a espécie identificada por análise genética bateu com a descrição do produto, o que indica que, neste primeiro momento, não houve substituição ou fraude na comercialização.

O diferencial desse trabalho está no uso de um equipamento de sequenciamento de DNA, instalado no laboratório da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), em Joinville. Com investimento superior a R$ 700 mil, a tecnologia permite identificar com precisão a espécie do pescado, aumentando a segurança para o consumidor.

A iniciativa faz parte do projeto chamado DNA do Pescado, que busca garantir mais transparência na venda desses produtos. A técnica permite verificar se o peixe vendido como uma determinada espécie não foi trocado por outra de menor valor, prática considerada irregular.

Além da análise genética, o trabalho também envolve fiscalização em mercados e estabelecimentos comerciais. Órgãos como o Procon e o Instituto de Metrologia de Santa Catarina participam da coleta das amostras, enquanto a Cidasc é responsável pelos exames laboratoriais.

Uma segunda etapa de análises já está em andamento e deve ampliar o monitoramento no estado. A expectativa é reforçar ainda mais o controle de qualidade, principalmente em períodos de maior demanda.

Com essa tecnologia, Santa Catarina se torna o primeiro estado do país a adotar esse tipo de análise na fiscalização de pescados. A medida também busca fortalecer a cadeia produtiva, valorizar quem trabalha corretamente e garantir mais confiança ao consumidor na hora da compra.

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Tecnologia analisa produtos comercializados e reforça a fiscalização
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Santa Catarina começou a utilizar uma nova tecnologia para identificar se o pescado vendido corresponde realmente ao que está informado no rótulo. A medida, aplicada pelo governo do estado especialmente neste período de maior consumo, como a Semana Santa, já apresentou os primeiros resultados: todas as amostras analisadas até agora estão dentro das normas, sem indícios de irregularidades.

Ao todo, foram coletadas 21 amostras em diferentes cidades catarinenses. Em todas elas, a espécie identificada por análise genética bateu com a descrição do produto, o que indica que, neste primeiro momento, não houve substituição ou fraude na comercialização.

O diferencial desse trabalho está no uso de um equipamento de sequenciamento de DNA, instalado no laboratório da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), em Joinville. Com investimento superior a R$ 700 mil, a tecnologia permite identificar com precisão a espécie do pescado, aumentando a segurança para o consumidor.

A iniciativa faz parte do projeto chamado DNA do Pescado, que busca garantir mais transparência na venda desses produtos. A técnica permite verificar se o peixe vendido como uma determinada espécie não foi trocado por outra de menor valor, prática considerada irregular.

Além da análise genética, o trabalho também envolve fiscalização em mercados e estabelecimentos comerciais. Órgãos como o Procon e o Instituto de Metrologia de Santa Catarina participam da coleta das amostras, enquanto a Cidasc é responsável pelos exames laboratoriais.

Uma segunda etapa de análises já está em andamento e deve ampliar o monitoramento no estado. A expectativa é reforçar ainda mais o controle de qualidade, principalmente em períodos de maior demanda.

Com essa tecnologia, Santa Catarina se torna o primeiro estado do país a adotar esse tipo de análise na fiscalização de pescados. A medida também busca fortalecer a cadeia produtiva, valorizar quem trabalha corretamente e garantir mais confiança ao consumidor na hora da compra.

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