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Aprender inglês começa pela escuta, destaca especialista

Por Redação JP
(Créditos: Divulgação/Canva)
(Créditos: Divulgação/Canva)

Dominar o inglês vai muito além de memorizar regras gramaticais. A base do aprendizado está na compreensão auditiva, conhecida como listening, que permite ao estudante entender, interagir e se comunicar de forma natural. A avaliação é de Rosane Godoi, sócia-diretora da Cultura Inglesa Itajaí, que falou sobre o tema no programa Ligado na Cidade, da Jovem Pan News Litoral.

Segundo a especialista, a comunicação oral deve ser a prioridade no início do processo. “O mais importante é a pessoa conseguir ouvir, entender e responder, se posicionar nas diferentes situações do dia a dia”, afirmou. Para ela, leitura e escrita acabam surgindo como consequência desse desenvolvimento inicial.

Rosane também desmistifica a ideia de que aprender um idioma se resume ao estudo teórico. “Língua não é conhecimento, é habilidade. É um hábito que se desenvolve no cérebro”, explicou, comparando o processo à forma como as crianças aprendem a língua materna: por meio da escuta, da associação de sons e da repetição.

A especialista destaca ainda que dificuldades de compreensão estão ligadas a fatores como sotaque, ritmo da fala e variantes linguísticas. “A língua nos posiciona geograficamente, socialmente e culturalmente”, pontuou, reforçando a importância do contato frequente com o idioma falado.

Como orientação prática, Rosane recomenda a exposição constante ao inglês no cotidiano. “Não adianta só estudar. Quanto mais você pratica e se expõe à língua, melhor você se comunica”, afirmou.

A entrevista completa com Rosane Godoi está disponível no YouTube da Jovem Pan News Litoral.

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Dominar o inglês vai muito além de memorizar regras gramaticais. A base do aprendizado está na compreensão auditiva, conhecida como listening, que permite ao estudante entender, interagir e se comunicar de forma natural. A avaliação é de Rosane Godoi, sócia-diretora da Cultura Inglesa Itajaí, que falou sobre o tema no programa Ligado na Cidade, da Jovem Pan News Litoral.

Segundo a especialista, a comunicação oral deve ser a prioridade no início do processo. “O mais importante é a pessoa conseguir ouvir, entender e responder, se posicionar nas diferentes situações do dia a dia”, afirmou. Para ela, leitura e escrita acabam surgindo como consequência desse desenvolvimento inicial.

Rosane também desmistifica a ideia de que aprender um idioma se resume ao estudo teórico. “Língua não é conhecimento, é habilidade. É um hábito que se desenvolve no cérebro”, explicou, comparando o processo à forma como as crianças aprendem a língua materna: por meio da escuta, da associação de sons e da repetição.

A especialista destaca ainda que dificuldades de compreensão estão ligadas a fatores como sotaque, ritmo da fala e variantes linguísticas. “A língua nos posiciona geograficamente, socialmente e culturalmente”, pontuou, reforçando a importância do contato frequente com o idioma falado.

Como orientação prática, Rosane recomenda a exposição constante ao inglês no cotidiano. “Não adianta só estudar. Quanto mais você pratica e se expõe à língua, melhor você se comunica”, afirmou.

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