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Segurança eletrônica entra na era da inteligência artificial, aponta especialista

Publicado em 02/02/2026 19h23 | Atualizado há 1 dia
(Créditos: Divulgação/Canva)

A segurança eletrônica vive uma mudança estrutural no Brasil. O setor, historicamente associado à reação a ocorrências, passou a operar de forma cada vez mais preventiva e inteligente, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial (IA). Dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) mostram que 64,3% das soluções de segurança eletrônica no país já utilizam IA, com forte expansão ao longo de 2024. 

Esse cenário exige mais do que equipamentos básicos, aponta Edson Heinz, Head Comercial da Orsegups, referência do país em segurança integrada. Sistemas inteligentes, capazes de interpretar imagens, reconhecer padrões e tomar decisões em tempo real, tornaram-se o novo padrão do mercado. “Hoje em dia eu tenho que ter um alarme inteligente, uma câmera com reconhecimento facial, uma câmera que faz linhas de proteção”, afirma.

Segundo Heinz, a IA passou a ocupar o papel de “cérebro” das operações. Sensores inteligentes, câmeras com análise comportamental e sistemas de verificação por imagem permitem identificar ocorrências reais, filtrar disparos indevidos e fornecer informações precisas às forças de segurança pública.  “Hoje em dia, eu tenho que ter um alarme inteligente, uma câmera com reconhecimento facial, uma câmera que faz linhas de proteção”, afirma.

O especialista ainda projeta uma mudança profunda no próprio conceito de alarme. Para ele, o modelo tradicional tende a desaparecer, dando lugar a sistemas totalmente integrados à rotina do usuário. “Eu acredito que o alarme que a gente conhece vai deixar de existir. O sistema de segurança da casa ou do empreendimento vai conversar com a pessoa, reconhecer a voz, a íris, autorizar acessos, acender luzes, ligar a cafeteira e, ao mesmo tempo, garantir a proteção do ambiente”, destaca, ao apontar um futuro em que segurança, automação e inteligência artificial caminham de forma integrada.

A entrevista é leitura obrigatória para quem quer entender o presente e o futuro da segurança eletrônica no país, diretamente da visão de quem atua na linha de frente do setor.

Segurança eletrônica entra na era da inteligência artificial, aponta especialista

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A segurança eletrônica vive uma mudança estrutural no Brasil. O setor, historicamente associado à reação a ocorrências, passou a operar de forma cada vez mais preventiva e inteligente, impulsionado pelo avanço da inteligência artificial (IA). Dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) mostram que 64,3% das soluções de segurança eletrônica no país já utilizam IA, com forte expansão ao longo de 2024. 

Esse cenário exige mais do que equipamentos básicos, aponta Edson Heinz, Head Comercial da Orsegups, referência do país em segurança integrada. Sistemas inteligentes, capazes de interpretar imagens, reconhecer padrões e tomar decisões em tempo real, tornaram-se o novo padrão do mercado. “Hoje em dia eu tenho que ter um alarme inteligente, uma câmera com reconhecimento facial, uma câmera que faz linhas de proteção”, afirma.

Segundo Heinz, a IA passou a ocupar o papel de “cérebro” das operações. Sensores inteligentes, câmeras com análise comportamental e sistemas de verificação por imagem permitem identificar ocorrências reais, filtrar disparos indevidos e fornecer informações precisas às forças de segurança pública.  “Hoje em dia, eu tenho que ter um alarme inteligente, uma câmera com reconhecimento facial, uma câmera que faz linhas de proteção”, afirma.

O especialista ainda projeta uma mudança profunda no próprio conceito de alarme. Para ele, o modelo tradicional tende a desaparecer, dando lugar a sistemas totalmente integrados à rotina do usuário. “Eu acredito que o alarme que a gente conhece vai deixar de existir. O sistema de segurança da casa ou do empreendimento vai conversar com a pessoa, reconhecer a voz, a íris, autorizar acessos, acender luzes, ligar a cafeteira e, ao mesmo tempo, garantir a proteção do ambiente”, destaca, ao apontar um futuro em que segurança, automação e inteligência artificial caminham de forma integrada.

A entrevista é leitura obrigatória para quem quer entender o presente e o futuro da segurança eletrônica no país, diretamente da visão de quem atua na linha de frente do setor.