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Apoio ao Conselho Tutelar termina com prisão por posse irregular de arma em Navegantes

Publicado em 06/01/2026 15h27

Na manhã desta segunda-feira (5), a Polícia Militar de Santa Catarina, por meio do 25º Batalhão, realizou uma operação no bairro Meia Praia, em Navegantes, em apoio ao Conselho Tutelar. A ação foi motivada por denúncia recebida pelo Disque 100, que apontava que adolescentes estariam trabalhando em uma atração itinerante sob ameaças e impedidos de manter contato com familiares.

Durante a averiguação, quatro jovens, entre 13 e 17 anos, foram identificados. Eles negaram maus-tratos e afirmaram ter autorização dos responsáveis para viajar, além de acesso à alimentação. Apesar disso, os policiais constataram condições precárias de alojamento, sem estrutura adequada para higiene, ventilação e descanso.

Nas buscas, os agentes localizaram um revólver calibre .38 com nove munições intactas dentro de um dos veículos do grupo. O responsável admitiu ser dono da arma, mas não possuía autorização legal. Em outro veículo, foi apreendido um simulacro de arma de fogo do tipo airsoft, além de acessórios.

Os dois homens foram encaminhados à Polícia Federal, onde foi instaurado procedimento para apurar possível redução à condição análoga à de escravo. Em seguida, foram conduzidos à Central de Plantão Policial pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e porte de simulacro. Os adolescentes ficaram sob responsabilidade do Conselho Tutelar.

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Na manhã desta segunda-feira (5), a Polícia Militar de Santa Catarina, por meio do 25º Batalhão, realizou uma operação no bairro Meia Praia, em Navegantes, em apoio ao Conselho Tutelar. A ação foi motivada por denúncia recebida pelo Disque 100, que apontava que adolescentes estariam trabalhando em uma atração itinerante sob ameaças e impedidos de manter contato com familiares.

Durante a averiguação, quatro jovens, entre 13 e 17 anos, foram identificados. Eles negaram maus-tratos e afirmaram ter autorização dos responsáveis para viajar, além de acesso à alimentação. Apesar disso, os policiais constataram condições precárias de alojamento, sem estrutura adequada para higiene, ventilação e descanso.

Nas buscas, os agentes localizaram um revólver calibre .38 com nove munições intactas dentro de um dos veículos do grupo. O responsável admitiu ser dono da arma, mas não possuía autorização legal. Em outro veículo, foi apreendido um simulacro de arma de fogo do tipo airsoft, além de acessórios.

Os dois homens foram encaminhados à Polícia Federal, onde foi instaurado procedimento para apurar possível redução à condição análoga à de escravo. Em seguida, foram conduzidos à Central de Plantão Policial pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e porte de simulacro. Os adolescentes ficaram sob responsabilidade do Conselho Tutelar.