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SOS Peludinhos busca voluntários em Itajaí

ONG depende de voluntários e padrinhos para resgatar cães e gatos de rua na cidade
Publicado em 24/09/2025 12h20 | Atualizado há 132 dias

A ONG SOS Peludinhos, que há mais de 13 anos resgata cães e gatos em situação de rua, enfrenta dificuldades para expandir seu trabalho voluntário. Sem um canil próprio, a organização depende de lares temporários para abrigar os animais e ainda é pouco conhecida pela população local.

Segundo a voluntária Melissa Menezes, que abriga animais em sua própria casa, qualquer pessoa pode colaborar oferecendo um espaço, seja em apartamento ou em casa. “A ONG fornece ração, medicamentos e acompanhamento veterinário. O voluntário precisa apenas ter disponibilidade para acolher o animal até que ele seja adotado”, explica.

O processo de adoção também é conduzido pela ONG, que realiza entrevistas, divulga os animais em redes sociais e acompanha todo o trâmite. Para os que não podem abrir um lar temporário, há a possibilidade de contribuir como padrinhos, ajudando com despesas de castração, medicamentos ou consultas veterinárias.

Melissa destaca que o maior desafio atual é a escassez de voluntários. “Muita gente mora em apartamento e acha que não pode ajudar, mas é possível, por exemplo, acolher um cachorro idoso, que é mais calmo e se adapta bem a espaços menores”, comenta.

Além da falta de voluntários, outro obstáculo é o descaso da população com os animais de rua. “Nenhum cachorro está na rua porque quer. Eles estão ali por irresponsabilidade humana. Como comunidade, precisamos assumir essa responsabilidade: divulgar, abrigar e alimentar, em vez de ignorar ou ameaçar esses animais”, reforça a voluntária.

Itajaí dispõe de programa de castração gratuita para famílias com renda de até três salários mínimos, com atendimento realizado diretamente em clínicas credenciadas nos bairros. A medida, segundo Melissa, é fundamental para reduzir o número de abandonos.

A atuação da SOS Peludinhos vai além do resgate: a ONG também promove educação, conscientização e políticas públicas voltadas à causa animal. Interessados em colaborar podem entrar em contato pelo Instagram da ONG (@sospeludinhositajai) ou pelo perfil de voluntários como Melissa, que auxiliam no cadastro e repassam informações sobre como participar.

Confira a matéria produzida pela JP News Litoral:

SOS Peludinhos busca voluntários em Itajaí

ONG depende de voluntários e padrinhos para resgatar cães e gatos de rua na cidade
Foto de JP News Litoral

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A ONG SOS Peludinhos, que há mais de 13 anos resgata cães e gatos em situação de rua, enfrenta dificuldades para expandir seu trabalho voluntário. Sem um canil próprio, a organização depende de lares temporários para abrigar os animais e ainda é pouco conhecida pela população local.

Segundo a voluntária Melissa Menezes, que abriga animais em sua própria casa, qualquer pessoa pode colaborar oferecendo um espaço, seja em apartamento ou em casa. “A ONG fornece ração, medicamentos e acompanhamento veterinário. O voluntário precisa apenas ter disponibilidade para acolher o animal até que ele seja adotado”, explica.

O processo de adoção também é conduzido pela ONG, que realiza entrevistas, divulga os animais em redes sociais e acompanha todo o trâmite. Para os que não podem abrir um lar temporário, há a possibilidade de contribuir como padrinhos, ajudando com despesas de castração, medicamentos ou consultas veterinárias.

Melissa destaca que o maior desafio atual é a escassez de voluntários. “Muita gente mora em apartamento e acha que não pode ajudar, mas é possível, por exemplo, acolher um cachorro idoso, que é mais calmo e se adapta bem a espaços menores”, comenta.

Além da falta de voluntários, outro obstáculo é o descaso da população com os animais de rua. “Nenhum cachorro está na rua porque quer. Eles estão ali por irresponsabilidade humana. Como comunidade, precisamos assumir essa responsabilidade: divulgar, abrigar e alimentar, em vez de ignorar ou ameaçar esses animais”, reforça a voluntária.

Itajaí dispõe de programa de castração gratuita para famílias com renda de até três salários mínimos, com atendimento realizado diretamente em clínicas credenciadas nos bairros. A medida, segundo Melissa, é fundamental para reduzir o número de abandonos.

A atuação da SOS Peludinhos vai além do resgate: a ONG também promove educação, conscientização e políticas públicas voltadas à causa animal. Interessados em colaborar podem entrar em contato pelo Instagram da ONG (@sospeludinhositajai) ou pelo perfil de voluntários como Melissa, que auxiliam no cadastro e repassam informações sobre como participar.

Confira a matéria produzida pela JP News Litoral: